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Quinta-feira, Outubro 30, 2003
Fonte: Mix Brasil
Estudo revela como células da boca se defendem do HIV
Pesquisadores da Universidade Case Western Reserve em Cleveland descobriram como as células da boca resistem à infecção pelo HIV. Como a boca é vítima de constantes ataques de bactérias e outras patogenias, suas células desenvolveram uma linha de defesa formada por peptídios chamados de defensivos beta humanos 2 e 3 (hBD2 e hBD3) que previnem infecções. Essa combinação de aminoácidos também promove a rápida recuperação de queimaduras e mordidas na língua e mucosa bucal.
O estudo, motivado pelo fato de haver tão baixos índices de contaminação do HIV por sexo oral sem proteção apesar de sua prática ser tão comum, sugere que os peptídios produzidos pelas células da boca são conectados às partículas virais diretamente e podem impedir a conexão do vírus com outras partículas que o vírus usa para infectar células de defesa.
O estudo mostrou que o contato com HIV resulta numa produção suplementar de hBD2 na cavidade bucal por cerca de 72 horas, período mais do que suficiente para eliminar qualquer elemento patogênico. Apesar do hBD1 ser encontrado em células da pele em outras partes do corpo humano, são os hBD2 e 3 , encontrados apenas na boca, que respondem diretamente ao HIV.
O cientista Aaron Weinberg, diretor da faculdade de Odontologia da UCWR, afirma que o estudo abriu a possibilidade do desenvolvimento de medicamentos que induzam a produção de hBD2 e 3 em outras partes do corpo suscetíveis a infecções pelo HIV..
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Enviado por JOSEAN REGO
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Terça-feira, Outubro 21, 2003
Fonte: Mix Brasil
Estudo sugere sexualidade controlada por genes
Deu no UOL Notícias. Segundo estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles divulgado hoje, 20/10, a identidade sexual de uma pessoa seria determinada pelos genes.
A equipe do Dr Eric Vilain identificou 54 genes de um rato que poderiam explicar por que o cérebro de um macho e o de uma fêmea funcionam de forma diferente. ¿A identidade sexual está baseada na biologia das pessoas, antes do nascimento, e é resultado de uma variação em nosso genoma individual'' afirmou o cientista.
Desde os anos 1970, os cientistas acreditam que o estrógeno e a testosterona eram os totais responsáveis por organizar sexualmente o cérebro. Experiências recentes, porém, indicam
que os hormônios não conseguem explicar tudo sobre as diferenças sexuais entre os cérebros dos homens e das mulheres.
Usando dois métodos de testes genéticos, os pesquisadores compararam a produção dos genes em cérebros de ratos machos e fêmeas ainda na fase embrionária, ou seja, muito antes de os
animais terem desenvolvido órgãos sexuais.
Descobriu-se que 54 genes funcionavam de forma diferente entre os sexos, e isso antes da influência dos hormônios.
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